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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Redes Socias

Redes Sociais from Noblink.tv on Vimeo.

Personagens quase reais Street Fighter e Dragon Ball

Encontrei essas fotos tem um tempo já. Hoje estava dando uma olhada no PC e encontrei elas e resolvi compartilhar.










8 gadgets úteis para facilitar o sexo nos piores lugares


Às vezes, é quando você menos espera que surge aquela vontade irresistível de pegar o namorado ou a namorada de jeito e jogar na parede, sem se importar com mais nada. Só que mesmo quando a chance é imperdível e o sexo promete, o lugar nem sempre ajuda. Na verdade, muitas vezes, atrapalha bastante.

Foi pensando nisso que, com extremo bom humor, o site Gizmodo resolveu listar 8 itens relativamente comuns que podem ser cruciais na hora de tornar, no mínimo, decente o lugar mais tosco e comum que você encontrar.

1 - Lanterna LED para escalada em neve

Snow Peak SnowMiner LED Headlamp (Foto: Gizmodo)Lanterna LED para escalada em neve (Foto: Gizmodo)

Vai que o lugar escolhido, além de ser um cubículo, simplesmente não tem nenhuma iluminação. Ainda assim, você tem que ver o que está fazendo, não dá para sair metendo a mão (ou qualquer outra coisa) em qualquer lugar. Alguns watts de potência LED podem não fazer seu coração bater mais rápido, mas definitivamente vão te ajudar a não sair dando com a cabeça em qualquer lugar. À venda, por US$50.

2 - Lubrificante íntimo Astroglide

Astroglide Personal Lubricant, 5-Ounce Bottle (Foto: Gizmodo)Lubrificante íntimo Astroglide (Foto: Gizmodo)

Primeiro porque pela falta de tempo, haja muito menos romantismo do que o normal. Segundo porque o espaço normalmente é pequeno para ficar fazendo malabarismo. O resto não precisa desenhar, não é? À venda, por US$16.

3 - Capacete de Superfície da Giro

Giro Surface Helmet (Foto: Gizmodo)Capacete de superfície da Giro (Foto: Gizmodo)

Sabe o tipo da coisa que mais costuma irritar durante o sexo? Quando alguém dá uma topada em algum lugar ou bate com a cabeça e sai um “Ai minha cabeça!”, cortando todo o clima. Então, para evitar maçanetas, estalagmites, quinas de cama e volantes, use também esse capacete de superfície. Tem até um espacinho para ventilação. Seu cérebro e seu parceiro agradecem. À venda, por US$50.

4 - Ventilador portátil com três velocidades da Travelon

Travelon 3-Speed Folding Fan (Foto: Gizmodo')Ventilador portátil com três velocidades da Travelon (Foto: Gizmodo')

Seu compartimento do amor certamente vai ficar quente; você sem dúvida vai querer a menor ventilação que conseguir, com a maior discrição possível. Por que não trazer o seu próprio ventilador com três velocidades, então? Garantia de ar fresco até para as suas partes mais superaquecidas (lol). É perfeito para a situação... À venda, por US$12.

5 - Hidrobolsa da Camelbak

Hidrobolsa da Camelbak (Foto: Gizmodo)Hidrobolsa da Camelbak (Foto: Gizmodo)

Já mencionamos o calor, que é inevitável. Você, provavelmente, não vai poder se dar ao luxo de parar a situação toda para pegar um copo d’água ou dar uma hidratadinha. Essa bolsa com água resolve isso. De bônus dá até para dividir com o parceiro, por meio do canudo, chega a ser romântico (lol²). À venda, por US$40.

6 - Cadeado com segredo

Cadeado com segredo (Foto: Gizmodo)Cadeado com segredo (Foto: Gizmodo)

Estamos quase no fim. Imagine-se lá na curtição, chegando no clímax, quando, de repente, você ouve passos. E agora? Há pessoas chegando e você não pode bater a porta na cara de quem quer que seja e nem pregar tábuas de madeira. Como preservar o seu momento? Bom, se você não tem a chave do lugar, use seu cadeado-para-qualquer-hora e voilá... À venda, por US$13.

7 - Ventosa de mão com puxador

Corda de alpinismo ajustável  (Foto: Gizmodo)Ventosa de mão (Foto: Gizmodo)

Bom, você já pensou no capacete, na água, no calor. Ficou perfeito? Depende... Sempre é bom ter algo em que segurar para poder, digamos, aproveitar melhor as posições. Como é quase certo que você não vá ter nada do gênero no seu recém descoberto refúgio, carregue o seu. Essa ventosa consegue aguentar até 36 quilos no metal ou no vidro. À venda, por US$5.

8 - Corda de alpinismo ajustável

Ventosa de mão com puxador (Foto: Gizmodo)Corda de alpinismo (Foto: Gizmodo)

E, mais uma vez, como o apoio é crucial para aproveitar o máximo, por que não cordas de alpinismo? Dá para se pendurar do teto e fazer sexo pendurado a até 3 metros do chão por meros US$10. Ok, certo, é o menos crucial dos itens, mas nem por isso dispensável. Na hora de ser feliz, vale tudo.




O que você precisa saber sobre os “Ultrabooks” da Intel


SAN FRANCISCO (05/31/2011) - A Intel anunciou nesta terça-feira durante a Computex 2011, feira de tecnologia em Taiwan, uma nova categoria de notebooks ultraportáteis batizada de “Ultrabooks” que promete maior autonomia de bateria e máquinas mais finas (menos de 2 cm de espessura), com preços abaixo dos US$ 1.000 (nos EUA).

Segundo a empresa, os Ultrabooks irão combinar o desempenho dos notebooks modernos com “recursos típicos dos tablets como a capacidade de ligar instantâneamente”. A Intel está apostando alto na categoria, e prevê que no final de 2012 40% de todos os notebooks vendidos aos consumidores serão Ultrabooks.

Máquinas pertencentes à nova categoria estarão nas lojas ainda em 2011, a tempo para a temporada de compras de fim de ano, e a primeira será o Asus UX21. Em 2012 e 2013 haverá duas novas gerações da categoria baseados em novos processadores Intel. Detalhamos a seguir os planos da empresa para os Ultrabooks.


Do que é feito um Ultrabook?

A Intel anunciou três gerações de Ultrabooks. A primeira estará disponível no final deste ano e inclui notebooks baseados na atual geração de processadores Core i5 e Core i7 da família Sandy Bridge.

A segunda onda de Ultrabooks chegará às lojas na primeira metade de 2012 e incluirá novos processadores da família Ivy Bridge, baseados na atual arquitetura Sandy Bridge. Os novos chips serão os primeiros a usar o novo processo de produção em 22 nanômetros (22 nm), que permite a implementação dos novos transistores 3D recentemente anunciados. O resultado é um chip que é 37% mais rápido que um similar produzido com a atual tecnologia de 32 nm, segundo a empresa.

Os transistores 3D consomem menos que a metade da energia de seus equivalentes 2D usados atualmente na produção de chips. A Intel também diz que chips produzidos com o processo de 22 nm serão mais baratos que os atuais. Processadores Ivy Bridge também incluirão uma GPU (processador de vídeo) com suporte à tecnologia DirectX 11, da Microsoft. A empresa também destacou o suporte a tecnologias como USB 3.0 e Thunderbolt durante a Computex. Ainda não está claro se a segunda leva de Ultrabooks incluirá ambas as interfaces, mas é bastante provável.

A terceira leva de Ultrabooks chegará em 2013 equipada com a terceira geração de processadores da família Core, de codinome Haswell. Segundo a Intel, Ultrabooks equipados com estes chips serão ainda mais finos e com autonomia de bateria ainda maior, graças ao menor consumo de energia por parte dos chips.




E o Asus UX21?

Até o momento o único Ultrabook mostrado é o Asus UX21. O novo notebook tem um design “unibody”, mede 1,7 cm de espessura (milimetricamente mais fino que o MacBook Air) e pode ser equipado com processadores até o Core i7. Com peso de pouco mais de 1 quilo, o portátil tem uma tela de 11.6 polegadas e resolução de 1366 x 768 pixels, trackpad de vidro, uma saída mini-HDMI, uma porta USB 2.0 e uma porta USB 3.0, de acordo com relatos. O modelo exibido pela Asus na Computex incluirá 4 GB de RAM. A Asus não mencionou o preço.

O Samsung Série 9 é um Ultrabook?

O recém-anunciado portátil da Samsung está bem próximo da definição de um Ultrabook, mas de acordo com Fernando Martins, Presidente da Intel, não é incluso na categoria devido a pequenas diferenças na implementação do hardware (um processador de família diferente, ausência de algumas portas) e preço (um Series 9 nos EUA custa cerca de US$ 1.700, enquanto os Ultrabooks deverão custar por volta de US$ 1.000). Entretanto, o executivo faz questão de frisar que a máquina da Samsung “indica a direção que os Ultrabooks deverão seguir”.

A Intel já não tentou isso antes?

Durante a Computex em 2009 a Intel alardeou seus processadores CULV (Consumer Ultra-Low Voltage) com promessas similares. Na época, reportamos que o objetivo da Intel era possibilitar “uma nova categoria de notebooks que são tão leves quanto o um netbook, mas com telas maiores e mais poder de processamento.” Soa familar?

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Efeito colateral: 6 reações causadas pela tecnologia

Não há dúvidas de que avanços tecnológicos surgem com o intuito de facilitar a vida. Porém, alguns também geram efeitos colaterais indesejáveis.

Convenhamos, poucas pessoas trabalhariam no desenvolvimento de uma tecnologia com o propósito de atrapalhar nossas vidas ou dificultar alguns processos dela. Engenheiros e cientistas têm sempre a melhor das intenções ao conceberem suas criações.

Porém, às vezes não preveem que, ao longo dos anos, o uso dessas tecnologias pode trazer algumas desvantagens. Podemos fazer uma analogia com os remédios, que apesar de ajudarem a curar nossas doenças, também podem trazer efeitos colaterais desagradáveis. É um preço que precisamos estar dispostos a pagar.

As tecnologias que usamos hoje ou que ainda estão em processo de desenvolvimento também possuem desvantagens. Além do campo social, algumas podem afetar até mesmo a biologia de nossos corpos.

Muita internet, pouca privacidade

Quem tem muitos perfis na web está exposto a problemas de privacidade e a eventuais gafes públicas. E não há como escapar, já que essa é uma desvantagem democrática, que afeta tanto pessoas famosas como anônimas.

Não são raras as notícias sobre tweets e atualizações de celebridades que chegam a causar vergonha em quem lê. E apesar de rirmos dessas notícias e até nos revoltarmos, dificilmente paramos para pensar que também podemos passar por situações semelhantes.

Muitas vezes, o perfil de uma pessoa na internet não faz jus ao que ela é na verdade. Algumas podem parecer mais cultas ou mais baladeiras do que realmente são. Mas quem não as conhece direito acabará interpretando essa imagem online como sendo a real.

E aí está o efeito colateral de uma exposição grande demais na internet. Ao procurar um emprego, por exemplo, tenha sempre em mente que o técnico de recursos humanos pode procurar pelo seu nome no Google ou no Orkut. E, nesse caso, o resultado pode ser o seu “cartão de visita”.

E quando a nuvem for embora?

A nuvem trouxe inúmeras vantagens à computação. Além da possibilidade de hospedar arquivos na internet, economizando espaço em disco localmente, o usuário também pode usar, de maneira transparente, softwares que não estão instalados em sua máquina. Há sistemas operacionais que se baseiam, inteiramente, nessa tecnologia.

A grande desvantagem, porém, é o fato de que o usuário se torna dependente dos serviços de uma empresa. Se, por qualquer razão, um desses sistemas online se tornar indisponível temporariamente, não há como usar os arquivos e programas que o usuário tanto gosta. A situação piora muito se a empresa decide encerrar suas operações.

Acesso ilimitado à internet! Bem, quase isso.

Uma das grandes vantagens da internet é o fato de que todo o conteúdo que queremos está sempre disponível, esperando por nós. E que nosso acesso a tudo isso é irrestrito, que podemos usar e abusar da web.

Mas não é bem assim. A verdade é que somos obrigados a navegarmos dentro de certas regras e limitações, como a largura de banda e transferência máxima de dados que o plano contratado possui.

Seria perfeito se todos tivessem acesso ilimitado à internet, mas isso traria alguns problemas de infraestrutura e até de mercado. Sendo assim, por enquanto, a largura de banda acaba sendo proporcional ao tamanho do bolso.

Impactos ambientais

A produção de todos esses gadgets maravilhosos que vemos sendo lançados diariamente traz um efeito muito indesejável: a poluição da Terra. Infelizmente, não há como eliminar, completamente, esse efeito colateral. A criação de lixo e materiais nocivos ao meio ambiente acontece desde a criação de placas de computadores até a embalagem plástica que envolve as caixas de softwares.

No momento, a única saída existente para esse problema é a política de redução de danos, ou seja, tentar tornar o processo de fabricação o menos poluente possível. Aos consumidores, restam as possibilidades de consumir menos e de pesquisar antes de comprar um produto, para não colaborar ainda mais com os impactos ambientais negativos.

Baterias duram cada vez menos

Para muitos, uma vida sem dispositivos móveis é inimaginável. Smartphones, laptops e netbooks estão cada vez melhores e, a cada lançamento, repletos de funções novas. O problema é que a evolução das baterias não tem acompanhado tão bem a multiplicação dessas funcionalidades.

Apesar de muitas empresas darem atenção à duração da bateria durante o desenvolvimento desses aparelhos, a maioria desses eletrônicos ainda requer uma carga dentro de poucas horas de uso. Há casos extremos, em que o tempo conectado à tomada é muito maior do que o tempo de uso permitido por essa carga.

Seres biologicamente modificados

Nanotecnologia e engenharia genética são dois assuntos que fazem brilhar os olhos de qualquer viciado em tecnologia e ciência. A ideia de que podemos “hackear” a biologia do nosso corpo é muito tentadora. Assim como a possibilidade de robôs minúsculos curando doenças dentro de nós. Porém, não sabemos direito quais são as consequências que isso pode trazer em um futuro mais longo.

Se levarmos em consideração as discussões acaloradas sobre as plantas geneticamente modificadas, é bem provável que não teremos a resposta tão cedo. Assim como corremos o risco de modificarmos a natureza permanentemente, também podemos acabar alterando, para sempre, a biologia humana. Só nos resta esperar e, com o tempo, descobrir se tudo isso valeu a pena.




quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Usuários não atualizam Java e Flash, mostra relatório da Kaspersky


A fabricante de antivírus russa Kaspersky Lab divulgou o relatório de “Evolução das ameaças” para o segundo trimestre de 2011. A pesquisa destaca que os dois softwares menos atualizados – e que permanecem vulneráveis no PC dos internautas – são o Flash e o Java. Na lista das 10 falhas mais encontradas, há apenas softwares da Adobe, que desenvolve o Flash, e da Oracle, desenvolvedora do Java.

Além de encabeçar a lista, a Adobe também está muito mais presente nela do que a Oracle. Oito das dez falhas mais comuns estão em produtos da Adobe – Reader e Flash – e duas são do Java, que ocupa as posições 2 e 6 do ranking. Os dados apontam que usuários frequentemente se esquecem de atualizar esses programas ou que seus mecanismos de atualização automática são ineficientes.

Como os softwares são usados como plugins em navegadores de internet, o risco maior está nos ataques em páginas web maliciosas ou páginas legítimas que foram comprometidas por criminosos.

Uma pesquisa da Microsoft em 2010 já mostrava a preferência dos criminosos em atacar o Java e o formato de documentos PDF, usado pelo Adobe Reader. Os golpistas virtuais tiram proveito de falhas nesses aplicativos para infectar sistemas com a simples visita a uma de internet. Em um sistema atualizado e protegido, normalmente não é possível que um site instale um vírus no PC sem a autorização de um download.

O estudo ainda mostrou que quase um terço dos brasileiros (29,4%) visita alguma página que carrega códigos maliciosos capaz de explorar essas vulnerabilidades.

A Kaspersky destacou também os principais fatos do trimestre. Entre eles está as atividades dos “ativistas hackers” como Anonymous e LulzSec, o surgimento dos antivírus falsos para computadores Mac e uma praga digital russa que usa os computadores infectados para conseguir Bitcoins.


 

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